| Ilustração do livro 'The Art of Maurice Sendak' |
29 de set. de 2014
16 de jul. de 2014
Uma experiência inédita: Lola numa tribo indígena.
Tava chovendo, muito. Ainda assim, pulei da cama às seis da manhã e fui preparar nosso lanchinho da viagem. Continuava chovendo quando saímos do ateliê, às 8h. Dessa vez nós tivemos companhias - primeiro encontramos o Eric, depois a Lis e a Ursulla.
Ainda chovia.
Verificamos o caminho pelo Google Maps na noite anterior, então parecia tudo bem. Era só passar a ponte, pegar uma estrada de terra e virar no sentido contrário da placa (quando aparecesse a placa). Confiamos e seguimos.
O carro era o transporte daqueles 5 amigos + roupas + alimentos + Lolas. Tava apertado, mas a alegria era tão grande que isso não fez tanta diferença. Estávamos prestes a vivenciar uma experiência inédita. E, ali tão perto da gente.
A Tribo guarani Tekoá Mboy-ty, em português Aldeia Semente, vivia em Camboinhas e foi transferida há cerca de um ano para São José do Imbassaí em Maricá - RJ.
Ainda chovia.
Verificamos o caminho pelo Google Maps na noite anterior, então parecia tudo bem. Era só passar a ponte, pegar uma estrada de terra e virar no sentido contrário da placa (quando aparecesse a placa). Confiamos e seguimos.
O carro era o transporte daqueles 5 amigos + roupas + alimentos + Lolas. Tava apertado, mas a alegria era tão grande que isso não fez tanta diferença. Estávamos prestes a vivenciar uma experiência inédita. E, ali tão perto da gente.
A Tribo guarani Tekoá Mboy-ty, em português Aldeia Semente, vivia em Camboinhas e foi transferida há cerca de um ano para São José do Imbassaí em Maricá - RJ.
26 de mai. de 2014
O que você se orgulha de ter feito? - Laboratório Yunus de Negócios Sociais
Tava chovendo. Tava frio. Aqueles dias de céu cinza, galochas e guarda-chuva - inconveniente - molhado dentro da bolsa.
Mas o 'calorzinho no coração' era forte. Fez a gente sair cedo e ir numa jornada de sonhos, ideias, força e vida.
Era dia de encontrar um monte de "malucos" (como muitos se autodenominam) para o laboratório Yunus de Negócios Sociais, realizado pela Taciana Abreu, no IPP - Instituto Pereira Passos, da Prefeitura do Rio de Janeiro.
Espera. O que é um negócio social?
Mas o 'calorzinho no coração' era forte. Fez a gente sair cedo e ir numa jornada de sonhos, ideias, força e vida.
Era dia de encontrar um monte de "malucos" (como muitos se autodenominam) para o laboratório Yunus de Negócios Sociais, realizado pela Taciana Abreu, no IPP - Instituto Pereira Passos, da Prefeitura do Rio de Janeiro.
Espera. O que é um negócio social?
22 de mai. de 2014
Vermelho - a cor da vida, da força, da coragem.
Era uma terça-feira de Janeiro de 2014. A cidade, Brumadinho. Um pouco mais de 35 mil habitantes e o maior museu de arte contemporânea a céu aberto do mundo: Inhotim.
Foi um dia cansativo. Saímos do Rio antes de seis da manhã, avião, estrada de terra, arte - muita arte que consome, invade, explode, perturba, move. Eram seis da tarde quando batemos palma num portão simples de uma casa bege. Uma criança corre para nos receber, com um olhar de brilho, um tanto desconfiado - sem entender muito bem o que duas moças faziam ali, no começo da noite.
Sentamos no chão, contamos histórias, brincamos com cores.
Uma das meninas, com um pouco mais de três, pegou uma canetinha vermelha. Abriu. Acomodou na boca. E mastigou. 'Quero cor aqui', e apontou para o peito. . Imediatamente me lembrei de Clarice, com sua leveza e densidade quando descreveu Macabéia e sua necessidade de comer um pote de creme hidratante.
12 de mai. de 2014
Ouse.
Ontem tava chovendo. Peguei um taxi, fechei meu guarda-chuva e coloquei entre meus pés, no chão.
O taxista, sem perceber minha ação, virou para mim e disse: a senhorita pode colocar seu guarda-chuva no chão por favor? E eu com a mesma gentileza respondi, 'não se preocupe, já coloquei'.
Ele me olhou pelo espelho com um sorriso honesto e disse: 'puxa, acabei de levar um sermão da moça que saiu. Pedi a mesma coisa e ela simplesmente disse que estava pagando pelo serviço, que poderia fazer o que ela quisesse dentro do meu carro. E não se impressione senhorita, está cada vez pior'. A moça deixou seu guarda-chuva molhado em cima do banco.
Marcadores:
Coletivo,
pensamento,
social,
solidariedade
8 de mai. de 2014
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpg)



